Pastoral Sobre o Oficialato

(Em cumprimento ao Art. 111, parágrafo único)

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A eleição de um oficial deve ser realizada com muita responsabilidade diante de Deus. A postura de cada um deve ser de aproveitar o seu tempo orando para que o Todo-Poderoso conduza este momento na mais perfeita paz. Oremos, ainda, para que os homens da igreja coloca em seus nomes à disposição para participar desse processo de grande importância.

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Três critérios devem ser usados para eleger alguém no oficialato

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Vida Familiar – As exigências para alguém ser um oficial começa com sua vida no lar. Paulo prescreveu: “alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados” (Tito 1.6). Irrepreensível: não significa perfeição, mas inatacável, homem de caráter e exemplo de vida cristã. Filhos crentes: filhos obedientes aos pais e que não sejam acusado de maus costumes. A liderança de um oficial começa em sua casa (1 Timóteo 3. 4 – 5). Quem não governa bem a sua casa, como poderá administrar bem a casa de Deus?

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Caráter e Conduta – “Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si” (Versículo 7 – 8). a) não soberbo ou arrogante: uma pessoa incapaz de ouvir outra. b) não irascível: aquela pessoa que nutre dentro de si a ira; em outras palavras, uma pessoa temperamental. c) não dado ao vinho: não se exige aqui a abstinência, mas proíbe a dependência. d) não violento: ou seja, não briguento ou não disposto a bater no seu oponente. e) não cobiçoso de torpe ganância: uma pessoa ávida por lucros desonestos ou que se engaja em negócios escusos.

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Integridade Doutrinária – O oficial da igreja precisa ser íntegro na sã doutrina bíblica. Apegado à Palavra de Deus, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto eu ensino como para convencer os que o contradizem. A ideia é de firmeza doutrinária e de profundo conhecimento da Bíblia, com dois objetivos a)  A edificação da igreja pelo ensino, exortação e encorajamento. b) Convencimento daqueles que se opõem à sã doutrina. A ideia é de que o oficial seja capaz de opor-se àqueles que contradizem a sã doutrina, convencendo-os.

 

Rev. Célio Gomes de Azevedo

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